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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

[Review] Braid


Controles nas mãos?

Preparem-se que dessa vez, vamos parar o tempo! Às vezes voltar nele, porque não? E vamos falar do já muito comentado no cast: Braid !

É complicado falar de Braid sem falar antes de Jonathan Blow, então permita-me fazer um breve resumo sobre esse Gamer Designer controverso.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

[Review] Insanely Twisted Shadow Planet

Controles nas mãos?

Então vamos ao um planeta sombrio cheio de criaturas prontas para te matar em Insanely Twisted Shadow Planet !

Com esse nome que mais para um nome de banda de metal, esse jogo foi lançado para todos na Xbox Live no meio do ano e vem ganhando vários prêmios desde então! Mas aqui como estamos em um blog sobre o desenvolvimento de jogos, vamos focar nessa parte em especial.

sábado, 26 de novembro de 2011

[Review] Super Meat Boy


Controles nas mãos?

Se você tem problemas com sangue, hoje esse lugar não é recomendado. A cor vermelha estará presente em todos os cantos, pois hoje é dia de falar do pedaço de carne mais famoso dos games: Super Meat Boy!

Em outubro de 2008, Tommy Refenes e Edmund McMillen se uniram e lançaram um jogo em flash despretencioso chamado Meat Boy. McMillen, quem também é conhecido por ter feito a arte de Braid, depois de ter criado uma revista sobre um pedaço de carne que se apaixonava por uma garota bandage, decidiu criar um jogo em flash disso. Junto com Tommy, eles criaram o jogo Meat Boy, disponível aqui. Com o tempo eles perceberam que o jogo tinha um grande potencial e já com o Team Meat (empresa dos dois) formado partiram para o desafio de lançar o game para Xbox e PC (sem o flash dessa vez). Foram praticamente 2 anos de desenvolvimento até que em outubro de 2010 fomos agraciados com esse pedaço de carne morrendo muitas vezes.

A lógica do jogo é simples, chegar da maneira mais rápida até garota bandage, mas em seu caminho todo tipo de coisa perigosa vai te encontrar. A jogabilidade é a mais simples possível, você anda para os lados no padrão plataforma 2d, e ao pular nas paredes pode dar um novo pulo ou se segurar um pouco. É a mesma coisa da versão em flash. O que foi adicionado é a possibilidade de se jogar com outras personagens, desde personagens de dentro do jogo até easter-eggs como o Tim (Braid) ou Goo Ball (World of Goo), e a inclusão de muitos levels, ao todo o jogo tem 300 levels! Então tenha certeza que o seu contador de mortes vai facilmente ultrapassar a casa dos milhares sem você perceber.

O jogo apesar de simples é difícil. Chegando a níveis em que, facilmente, só entrando no estado de nirvana para passá-lo. Mas acredite que depois de um pouco de persistência, você irá passar pelos mais absurdos desafios. A curva de aprendizado desse jogo é algo muito bem desenvolvido e ao final das 300 fases você estará incrível! Ao ponto de se voltar a jogar as fases iniciais e acha-las extremamente bobas. O level design está de parabéns nesse ponto.



Mas pessoalmente tudo isso já faria dele um ótimo jogo, mas a cereja do bolo (que não é uma mentira) é sua trilha sonora. Sem perceber, depois de infinitas vezes em que você está vendo o seu personagem morrer, você estará cantarolando a música presente naquele mundo e entrando no nirvana para atravessar as fases.

Resumindo é um excelente jogo desenvolvido pelo Team Meat, que recomendo para quem tem persistência e não vá ficar puto por morrer várias vezes na mesma fase.

Disponível : Steam e na Xbox Live Arcade US

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

[Review] Osmos


Controles nas mãos?

Hoje viajaremos brevemente ao Canadá para apresentar um jogo que fará sua cabeça dar nós. Estou falando de Osmos!


Osmos foi desenvolvido pela empresa de Eddy Boxerman, a Hemisphere Games, em meados de 2008. E lançado em agosto de 2009 no Steam. Com um relativo sucesso, ele foi portado para iOS e Droid em 2010, chegando a receber o prêmio pelo Apple de melhor jogo para ipad de 2010.